domingo, 25 de maio de 2008

estudo 02| hab. estudantil


estudo 02| conjunto (0m, 4m, 8m)





estudo 02| implantação


estudo 01| hab. estudantil



primeiro diagrama de um edifício para estudantes entendido em sua extraordinariedade.
a vida estudantil - constante transito, modulação do tempo. (7.30, 18.30, 0.30)
a vida estudantil - temporária, não ordinária
a vida estudantil - coletiva

domingo, 18 de maio de 2008

lugar





1.entrada de pedrestres 2.pirajussara
3.jardim no leito seco

lugar


os lugares distintos e dissociados:
r. alvarenga: trecho urbano dutra-régis bittencourt, escoamento, caminhões/caminhoneiros - outro lado da ponte.
av. marginal: rodavia urbana, velocidade, voracidade.
rio pinheiros, CPTM: estruturadores da cidade, conformação urbana, vazio/várzea.
USP : equipamentos restritos (comunidade usp), isolamento físico.
bairro butantã: não cidade, não circulação
"a arquitetura não deseja ser funcional mas oportuna" PMR
"arquitetura surge quando cessa a função" Snozzi

1.complexo graal, motel norte-americano.
2. shopping, hiper-mercado, loja-galpão.
3.CRUSP, vila indiana associado à comunidade restrita.
4.expansão da USP-parque, espaços genéricos.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

snozzi - celerina





Celerina, Suiça 1973

arq. Luigi Snozzi

domingo, 4 de maio de 2008

anhangabaú




Memorial descritivo da proposta para o concurso de projetos para o Vale do Anhangabaú de Lina bo Bardi e equipe:


J’aime mieux New York!
C’est hideux, mais c’est Ioyal,

C’est la cite du ‘hard-labour’…

Le Corbusier
La Ville Radieuse




O vale verde do Anhangabaú pode voltar, devolvido aos homens, libertados dos “perigosos inimigos”: os carros. Os pedestres na terra, os transportes em cima. Uma grande estrutura tubular de aço protendido acompanhará o vale do começo da 9 de Julho até a Senador Queiróz, passando por cima do Viaduto do Chá e do Santa Ifigênia, Numa seqüência ondulada. Quatro pistas (sobrepostas em dois planos para carros e ônibus e duas passagens – serviços e emergências para pedestres. Largura total: 9 metros.



A estrutura seguirá como um antigo aqueduto, em baixo o rio de pedestres, as árvores, o verde. Idéia básica da estrutura: transparência e leveza – a protensão o permite. Os suportes verticais tubulares em chapa, serão como velhas árvores tropicais – árvores de aço – lembrando um “pé-de-louco”, a gameleira brava brasileira. As grandes luzes entre os suportes e a grande altura da estrutura darão, no chão, a impressão de árvores isoladas. Idéia fundamental: dar ao ferro/aço a liberdade natural e não e não-simétrica da natureza, contra o esquematismo abstrato-regular. É preciso um suporte? É um cipó, uma ancora? São raízes. É a liberdade rigosrosamente controlada e calculada da natureza, obediência absoluta às “leis que mandam”, nada de “arbitrário”, mas, como na natureza, o máximo de “fantasia”. O piso das pistas será em chapa vazada, isto é, transparente. A estrutura horizontal: treliças protendidas em alguns trechos, com grandes cabos de aço.



Liberando aos pedestres, o vale volta a viver. A passagem subterrânea (São João) será transformada em lago, lembrança do antigo rio do vale; o valho pesadelo das enchentes periódicas se transformará em alegria. Praça das Bandeiras é verde: já é parque. O correio será mantido: futuro centro de “correios populares”: (cartas, recados, dinheiro, enviados por meio de conterrâneos e parentes da Bahia. Pernambuco, Paraíba…: vai-e-vem de notícias, fora dos meios oficiais). Pontos de ônibus descentralizados: pontos de encontros de conhecidos esperando o mesmo transporte. Valorização dos “prédios”: Light, Mappin, Korngold, Palanti. Os velhos e os pequenos prédios, memórias de São Paulo, serão mantidos e recuperados, nada será destruído. No topo do enorme Zarzur, uma choperia-restaurante: um elevador externo panorâmico de vidro e aço levará os clientes até o topo. Voltará o grande Café da Esplanada do Teatro Municipal, centro de reunião ao ar livre, nas tardes ensolaradas e nas noites de concertos. Um enorme gramado, como um campo de futebol, percorrido por caminhos “naturais”, isto é, aqueles escolhidos pelos transeuntes como mais rápidos e orgânicos, chegará até os pés dos grandes prédios. Sombras de árvores frondosas: tipuanas, seringueiras… palmeiras. Nada de grupinhos baixos, “esconderijos perigosos”. Nada de paisagismo abstrato, (galerias de artes pífias, “recantos poéticos” logo transformados em “pissoirs”). Nada de “abrigos” e “taturanas” esparsas – chuva e sol. Bancos de pedras debaixo das árvores e muitos vendedores: picocas, sorvetes, churrasquinhos, livros velhos e jornais novos, cataventos, brinquedos caseiros… será permitido pisar na grama (a grama será logo reposta quando estragada). Um exército de limpadores tirará cada segunda-feira (como nas maiores cidades do mundo) os restos de pique-niques e os papéis e plásticos jogados fora.


Numa cidade que só oferece a seus habitantes que nunca tiveram “carro” ou “sítio”, como diversão aos domingos, o espetáculo de saída-chegada dos aviões em Congonhas, ou os campos do Ibirapuera, o Anhangabaú devolvido ao povo será o parque central da cidade, parque urbano, com estrutura protendida e árvores de aço. Tour Eiffel para cidadão e turistas, montanha russa para ônibus cheios de crianças. O trânsito da região será em parte desviado, há espaços “parasitas” para isto (estacionamentos a esmo, etc, etc,). O metrô, quando pronto, mudará radicalmente a atual situação viária.



É um projeto caro.



Mas os sonhos são sempre a verdadeira realidade: Central Park, Buon Retiro, Hyde Park, Villa Borghese, a Tour Eiffel, Beaubourg… e sobretudo: “o povo não suja e estraga tudo, não joga sujeira de todos os lados”. O povo respeita o que lhe pertence.”



Lina Bo Bardi e equipe (Francisco Fanucci, André Vainer, Marcelo C. Ferraz, Paulo Fecarrota, Guilherme Paoliello, Bel Paoliello, Marcelo Suzuki e Ucho Carvalho)

in Lina Bo Bardi. Instituto Lina Bo e P.M. Bardi, 1993. P. 252

sábado, 3 de maio de 2008

caminhos

Um prédio em uma cidade intensa não deve ocupar totalmente o terreno, é como desafiar a gravidade. A urbanidade está nesse toque de mágica. Um espaço urbano é um espaço ritual para a cidade, em que as pessoas possam se livrar das diferenças, em que no melhor dos casos até o medo desapareça.
Essa idéia de voar acima do local não é decoração, tem a ver com acelerar o ritual. Estamos no centro da cidade e as pessoas podem caminhar através do lugar, atravessá-lo; agora que o prédio foi erguido, tornou-se permeável. Essa não é apenas uma transparência psicológica, uma vitrine de loja, é física.

Renzo Piano, sobre o novo prédio do New York Times em NY.
in Folha de SP, 27.04.08.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

exercício um


habitação em módulos de 60m²
1.2.3.4. aberturas
prancha em pdf

millan







residência em lagoinha, ubatuba-sp
arq. Carlos Millan

quinta-feira, 1 de maio de 2008

síntese de rui ohtake






























esquema da casa à rua emboabas, são paulo.
in Acrópole 386, jul.71.

o.n. - neguev
























unidade de habitação para o plano Neguev em Israel.
in Acrópole 321, set.63.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

quinta-feira, 24 de abril de 2008